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    Rádio e Televisão

     
     

    Glee, um seriado que fala de sonhos

     

    Há muito tempo não sou uma pessoa de me ligar muito a séries de televisão, mas na semana passada uma me chamou muito a atenção. Geralmente os seriados americanos sempre tem um fundo com adolescentes de colégios apaixonados e buscando uma resposta para a dúvida da faculdade, agentes da FBI novos e bonitos, ou aposentados e buscando um sentindo na vida, além das novelas passadas em um ambiente de conflitos psicológicos (hospitais, etc) ou suspense e ficção científica.

     

    Entretanto, mesmo com todos os clichês típicos das produções norte americanas, um seriado está fazendo muito sucesso por onde passa. E não são as típicas discussões desse país que põe fogo na história, são as questões de sonho, felicidade, e crença na própria personalidade.

     

    Na minha infância sempre fui formado com pensamentos que expressavam a nossa necessidade de acreditar em nós mesmo, buscar nos sonhos e acreditar em nosso próprio potencial, o qual é a chave da felicidade. Sei que atualmente, em meio a tantos enigmas e questões científicas a serem discutidas pelos roteiristas, um sentimento puro e ingênuo, digno dos musicais dos anos  de 1950 e 1960 não seriam a arma secreta para os produtores dos grandes estúdios. Todavia, alguém quis resgatar esse espírito e colocá-lo na televisão.

     

    Diferentemente do normal, Glee, a nova série produzida pelo canal Fox, não exalta as líderes de torcida, os jogadores de futebol americano ou aquelas pessoas que são populares e, segundo o julgamento de uma sociedade, são consideradas vencedores. É uma mistura de musical um conto romantizado que indica a paixão pela vida e por aquilo que amamos. 

     

    O seriado (exibido todas as quartas, às 22h) conta a história do professor Will Schuester (interpretado por Matthew Morrison), que resolve reativar o coral da escola. Os únicos que se oferecem para participar da empreitada são os marginalizados do colégio, numa equipe que junta nerds, góticos e a menina que acha que nasceu para ser uma estrela, mas não consegue se enturmar com ninguém.

     

    O interessante na produção, algo que com certeza é a fórmula para o sucesso, é o foco não no padrão para uma vida perfeita, mas no que pode impulsionar os nossos sonhos e como temos que fazer de tudo para correr atrás dele sem se importar com os preconceitos.

     

    Para uma sociedade onde o importante é ser popular e atrair a atenção do maior número de pessoas, essa história mostra que, mesmo que nos sintamos excluídos, nunca devemos esquecer daquilo que move o nosso coração. Que se sentir excluído é deixar de lado os nossos sonhos e aquilo que nos causa paixão. É como diz a música tema: Don”t stop, believing. Não Pare, acredite.

     



    Autor: Renato Pires Lima Enviado às 00:18:40
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    Uma voz para várias gerações

     

    Nesta semana uma das maiores vozes do Brasil fez aniversário. São 90 anos presente em nossa memória e fazendo parte da vida de avôs, pais, filhos, netos, enfim, várias gerações. De desenhos a filmes, um nome é comum entre vários personagens que invadiram nossas mentes. Orlando Drummond, o simpático e inesquecível Seu Peru da Escolinha do Professor Raimundo, completou aniversário no último domingo (dia 18 de outubro).  Tendo emprestado sua voz para personagens clássicos, ele até hoje encanta os jovens com suas interpretações animadas.

     

    Atualmente Orlando continua em atividade, interpretado Seu Peru, no humorístico Zorra Total, e dublando personagens como o Scooby Doo, o Puro Osso (As Terríveis Aventuras de Billy e Mandy), e o Senhor Coelho (A Mansão Foster para Amigos Imaginários), entre outros.

     

    Veja algumas das facetas para qual Orlando Drummond emprestou sua voz durante a carreira.

     

    Desenho "Scooby Doo" - (Scooby Doo)

    Desenho "Popeye" - (Popeye)

    Desenho "Hong Kong Phooney" - (Hong Kong Phooney)

    Desenho "Alf, o E.Teimoso" - (Alf)

    Desenho "He-Man" - (Gato Guerreiro)

    Desenho "Tartaruga Touché" - (Dumdum)

    Desenho "Pepe Legal" - (Pepe Legal)

    Desenho "Bionicão" - (Bionicão)

    Desenho "Caverna do Dragão" - (Vingador)

    Seriado "Frasier" - (Martin Krane)

    Seriado "Zorro" - (Sargento Garcia)

    Seriado "Casal Vinte" - (Max)

     

    O Canal Cartoon Network veiculou em sua programação no último final de semana uma homenagem ao artista.

     



    Autor: Renato Pires Lima Enviado às 23:59:13
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    Erros de arbitragem

    Observando as mesas redondas na rádio e televisão nesse último domingo o assunto que mais ouvi ser comentado foi o da arbitragem. Erros, falhas, incompetência, ladroagem, muitas dessas palavras foram usadas nesses programas. Mas tudo isso não é birra de jornalista esportivo não, a coisa está realmente feia. Os árbitros estão errando muito e nada é feito para corrigir isso. Times são prejudicados devivo a falta de atenção dessas pessoas. Parece que os árbitros estão ficando meio chegos, ou só querem é enxergar o que lhes interessa. 



    Autor: Renato Pires Lima Enviado às 15:12:39
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    O homem contra a natureza

    Uma das grandes batalhas travadas pelo o homem sempre foi contra a natureza. Durante o passar dos tempos, ele sempre procurou um modo de dominá-la. Como ela não é controlável, restou à humanidade aprender a se adaptar a isso e a lidar com ela. Na coletividade a pessoa pode até ter condições de superar a natureza, mas no individual a história é diferente. Sozinho o homem é apenas um verme sobre o domínio de uma imensidão de mistério.

     

    Mesmo que essa batalha entre o ambiente e a criatura seja muito desfavorável para o ser humano, há pessoas que deixam a adrenalina ser um importante estimulante para que eles possam entrar de cabeça nessa guerra e transformá-la numa aventura.

     

    Pessoas conhecidas como sobreviventes profissionais testam seus limites e mostram que é possível sobreviver sozinho e partilhar do que a natureza nos oferece.

     

    Um programa exibido e produzido pelo canal Discovery Channel  deixa isso bem claro. À prova de tudo é uma amostra da capacidade que o homem tem de se adaptar a situações extremas e à transformar o ambiente ao seu favor.

     

    Na produção o telespectador acompanha o apresentador Bear Grylls em uma viagem pelos destinos selvagens mais populares do planeta, lugares onde os turistas poderiam se perder ou correr perigo. Ao chegar a cada local, Bear busca o caminho de volta à civilização, mostrando ao longo de sua aventura importantes técnicas de sobrevivência.

     

    Nas aventuras pelo mundo, Grylls tem a companhia de dois cinegrafistas, que têm instruções rígidas para não ajudá-lo, a menos que se encontre em uma situação de vida ou morte.

     

    Uma aventura excêntrica para uns, um trabalho sério para outros. Seja lá qual opinião se possa ter, À prova de tudo é uma pequena lição de como se interagir com a natureza, sobreviver aos seus aspectos e também saber limitar-se àquilo que nos parece desconhecido.



    Autor: Renato Pires Lima Enviado às 07:48:35
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    Uma reality paródia

    No final dos anos de 1990 e no início dos anos 2000 a expressão reality show começou a fazer parte do dia-a-dia da grade de entretenimento das grandes emissoras. Essa frase, que ao pé da letra pode ser traduzida como show real; ou show da realidade, remete á um programa que se baseia na vida real, que explora fatos e acontecimentos que sejam frutos da realidade e vividos por pessoas comuns, sem interpretações.

     

    Um dos  primeiros reality shows da televisão foi a série An American Family (1973), transmitida em doze partes nos EUA. O programa ficou famoso por lidar com divórcio em uma família nuclear, e ainda, pela revelação de que um dos filhos era homossexual.

     

    Anos depois outros grandes programas recriaram a expressão reality show, tentando explorar diferentes realidades. COPS, Suvivor, The Real World e Big Brother foram algumas produções que incentivaram programas no mundo inteiro.

     

    No Brasil essa onda começou com o programa No Limite, baseado em Survivor, exibido no ano de 2000. Em 2001 foi criado o programa Casa dos Artistas, fenômeno notável de audiência do SBT. Em 2002 surgiu o maior expoente deste gênero no país, o programa Big Brother Brasil.

     

    Seguindo essa mania que nos acompanha muito bem nessa primeira década do século XXI o Canal a cabo Cartoon Network produziou o reality show animado Ilha dos desafios, Uma espécie de paródia bem animada e produzida sobre esse tipo de programa.

     

    Na série, 22 adolescentes estão no Acampamento Wawanakwa disputando um prêmio de US$ 100 mil. Tipos como um atleta medíocre, um "baladeiro" convicto, um gótico introspectivo, uma "patricinha" e um nerd fanático por computadores, dentre outros, dividem-se em duas equipes que lutam pela sobrevivência em uma floresta cheia de perigos, enquanto precisam aprender a trabalhar em conjunto e, quem sabe, fazer amigos.

     

    Como nessa era dos reality show quase tudo já foi feito ou visto, uma idéia de uma programa desses em formato animado até que é bem vinda.



    Autor: Renato Pires Lima Enviado às 22:27:59
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    Entre o bizarro e o engraçado

    No início da década de 1950 alguns artistas criaram a definição de desenhos bizarros, com traços bem desproporcionais, figuras estranhas e enredos totalmente antiéticos e incomuns. Essas produções, que eram alguns curtinhas animados ou tirinhas de jornais, tinham histórias totalmente fora dos padrões e um humor negro e sarcástico.  

     

    Esse não foi um movimento que ganhou muita força, mas deixou alguma marca e elementos que influenciam nos desenhos modernos de hoje. Dois desenhos produzidos pelo Cartoon Network têm esses elementos bizarros e tentam misturar o grotesco com humor inocente e infantil.

     

    Chowder e As trapalhadas de FlapJack não são bem desenhos com uma estrutura muito usual para crianças, mas, embora sua tendência para o bizarro, não há nada que assuste nesse dois desenhos para que as crianças não possam curti-los.

     

    No enredo das histórias, Chowder é um bichinho assistente de cozinha vive mil confusões enquanto As trapalhadas de FlapJack mostra as aventuras de um garotinho, de uma baleia falante e de um pirata cheio de histórias. O que há em comum nesses dos desenhos? Os elementos bizarros, piadas de humor negro e desenhos às vezes nada convencionais. São duas produções que vale a pena assistir.

     

    Os dois desenhos são exibidos diariamente pelo canal Cartoon Network

     



    Autor: Renato Pires Lima Enviado às 22:58:20
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    Pucca, uma menina moderna

    Toda a produção cultural procura refletir um pouco do pensamento da época em que ela é criada, comportamentos, pensamentos, éticas, etc.  Nas décadas de 1970 e 1980 os desenhos e seriados que eram produzidos para crianças tentavam mostrar alguns valores como amizade, companheirismo, família e etc. Já a partir da última década do século XX os desenhos e séries foram ganhando características diferentes, acompanhando os valores da época.

     

    Nos desenhos animados a figura feminina era vista como sensível, frágil, romântica, o que pode ser vista em desenhos como Meu pequeno Pônei, Moranguinho, Favos de Mel e outros. Mas com o passar do tempo a figura feminina mudou e a reprodução dela também seguiu essa evolução.

     

    Com sua posição conquistada e os estereótipos tendo caído por terra, a mulher, independentemente da idade, tem sua reprodução nos desenhos e séries de hoje com uma postura mais forte, guerreira, atrevida, sensual, mas ainda com um lado sensível e romântico, mesmo que seja diferente do que era.

     

    Um dos exemplos que trago aqui é o desenho Pucca, uma série de animação produzida inicialmente em flash pelo Estúdio Vooz da Coréia do Sul, e posteriormente mostrado no Ocidente em associação com a marca Jetix.

     

    No desenho, Pucca fica sobre proteção de um proprietário de um restaurante chinês. Ele está apaixonada por um ninja cujo o nome é Garu, o qual tenta desesperadamente evitar os avanços de dela. Embora o enredo das histórias sugira que Pucca e Garu namoram, parece que as manifestações amorosas de Pucca são demasiadas para o gosto de Garu, que tenta evitar toda o avanço amoroso da garota, mas frequentemente falha.

     

    Comparado com desenhos da mesma categoria de décadas anteriores, Pucca se mostra um pouco mais moderno em relação ao comportamento feminino. Aqui, a mulher não espera um príncipe amado num cavalo branco, ela vai atrás de todos os modos, rouba beijos, cria situações. É um pouco do lado moderno da mulher e da criança de hoje, muito mais ativa e participativa.

     

    Uma conclusão disso tudo? A mulher não espera mais pelas decisões masculinas, ela tomas as suas próprias.

     

    Pucca atualmente é exibido diariamente no Canal a cabo Jetix.



    Autor: Renato Pires Lima Enviado às 20:55:20
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    A ciência do Sex Appeal

    Pense naquele homem ou naquela mulher que lhe interessa. O que lhe chama a atenção nessa pessoa? São os  olhos, os cabelos, o perfume, o jeito de falar, a postura? Esta atração se baseia na visão, no odor, ou em pequenos e sutis sinais, como a voz e o movimento?

     

    Bem, seja qual for o motivo o interessante é ver que ele sempre existe e pode ser explicado. É o que mostra o mais novo programa da Discovery Channel A Ciência do Sex Appeal.

     

    Os cientistas sempre pensaram que as preferências dos casais eram completamente arbitrárias. Mas estudos recentes sugerem que certos fatores inconscientes, como o som e o odor, podem fazer com que as pessoas se sintam atraídas por outras.

     

    A intenção da produção é explorar os processos subconscientes mais profundos envolvidos na atração entre os sexos, e como eles afloram externamente com todos os seus detalhes e especificidades.  Revelar todas as nuances da atração humana com o objetivo de determinar sua condição genética, hormonal ou neurológica.

     

    Se estamos atraídos por alguém e não conseguimos entender o porque, esse programa vai abrir um pouquinho a nossa mente e mostrar que a atração nem sempre é corporal.

     

    A ciência do Sex Appeal estréia dia 08 de fevereiro, às 21h, no canal a cabo Discovery  Channel

     



    Autor: Renato Pires Lima Enviado às 22:21:33
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